“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

08/03/2012

8 de março e nós, mulheres necessárias

Todo ano a gente vive o 8 de março. Às vezes somos lembradas com mais ênfase, outras não. Mulheres nas ruas com rosa na mão... algumas sofrendo violências em seus lares. Outras com bandeiras! Essas sim, são imprescindíveis no processo de conquistas que vamos galgando tão lentamente. Não faz muito, nem podíamos votar. Tantas deram suas vidas pelos nossos ideais. Tantas escrevem poesias e coisas lindas, desenham, pintam, amam, cantam e encantam. Mas de tudo, o que importa é lutar pela liberdade. Como dizia Simone de Bouvoir: “Enquanto o homem e a mulher não se reconhecerem como semelhantes, enquanto não se respeitarem como pessoas em que, do ponto de vista social, política e econômico, não há a menor diferença, os seres humanos estarão condenados a não verem o que têm de melhor: a sua liberdade.” (Simone de Beauvoir)

Aqui, a minha homenagem às mulheres imprescindíveis que conheci... e a todas as outras que me esqueci.


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