“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

04/12/2014

Norturno

Feito gato, ando à noite pelo quintal, 
junto com eles, 
                                  [são cinco agora]. 
Enquanto o sono não chega,
ficamos miando prá Lua quase cheia.
Ela [estridente de luz] acendeu o céu 
e se refastela num ventinho morno de primavera. 
Nos esgueiramos pelo quintal; 
eu caçando sonhos e eles as lagartixas... 

(Ada, 4/12/14)





2 comentários:

lucia teresa faria disse...

Ahhh, essa você e seus escritos...

Eliana Ada Gasparini disse...

Lú, vem conhecer meu quintal dia destes! Beijos.