“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

06/05/2010

Meu deus! O que foi aquilo!

Quando vi uma duna de areia branca, espirrando luz ao sol de quarenta graus, meu coração saltou obstáculos como numa gincana, me faltou o ar e transpirei emoção. 

Quando escalei a duna de areia até os joelhos e alcancei seu cume e do outro lado me deparei com aquele marzão azul marinho, uma jóia infinita, pensei que podia morrer de alegria.

Meu deus! O que foi aquilo! Aquele mar soprava carinhosamente sua brisa na minha cara. Eram golfadas de maresia, melando meu corpo de beijos salgados. 

(mangue seco)

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