“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

05/08/2011

Al di Lá

Al di lá do passado, me bateu uma saudade imensa do meu pai e de minha mãe, e de nossos tempos áureos em família. Eles jovens, brigando pela paz... eu e meu irmão, crianças felizes, apesar de tantos atropelos nos relacionamentos, havia amor... Teve um tempo em que todo dia papai trazia três bombons sonho de valsa em sinal de amor. Coisa de italiano que usa o chocolate como carinho. Um sempre era meu... Então, ele bebia e estragava tudo. Mas depois de tanto tempo, estou em paz com ele e, por isso, bate a saudade dos bons momentos, são esses os que devem importar de fato, porque progridem e trazem luz. Al di lá sempre tocava nos elepês de música italiana que tinham em fartura lá em casa. E eu sabia cantar todas. Beijos papai! (Ada, 5/8/20122)



Uma declaração, um carinho, um beijo, um pedido de desculpas. Há muito tempo, o Sonho de Valsa é o bombom de quem ama. E três, era a conta certa... (Ada, 5/8/20122)

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