“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

06/02/2012

Ladra de Lua

Por aqui a lua anda estupenda
Ela paira impune
sobre as casas da rua onde moro
Deixa as pedras do chão
com o brilho roubado
Tudo fica
fan-tas-ma-go-ri-ca-mente
iluminado
cheio de vida
perolado
Meus olhos também roubam desse branco
Que o meu coração arrasou
se pudesse dormia com olhos abertos
Ladra de lua que sou

Ada 6/2/2012

#coisasdeada


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