“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

10/08/2013

Dorme e esquece


Pai. 
Dorme em desprezo culpa e saudade 
todas esquecidas nos fios de memória 
boas e más 
que entrelaçaram-se em nós desatáveis 
que se perderam no emaranhado do tempo 
que corre por dentro. 
É tarde, dorme. 
Dorme e esquece,
esqueço... 

(Ada, 11/8/13)







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