“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

25/07/2015

Arnaldo Antunes: Coleção de esquecimentos

Arnaldo Antunes lê "Coleção de esquecimentos", poema de seu novo livro, "Agora aqui ninguém precisa de si". Alternando poemas em verso e visuais, fotografias e “prosinhas”, a obra é marcada pela pluralidade, pelo registro pop e pela sonoridade, tão próprios ao artista, que assina também o projeto gráfico. Um diálogo sensível e desafiante com o homem contemporâneo. 

Posted by Companhia das Letras 29 de junho de 2015

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