“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

05/03/2007

Victor Hugo, meu gato veludo

Victor Hugo, meu 5º gatinho
Esse bichano é meu companheiro incondicional. Anda pela casa atrás de mim, sempre. Me acorda pela manhã, às sete impreterivelmente. Quer ganhar escovação, carinhos, barrinhas de carne e é um dengo só. Quer que eu abra a torneira, pois água fresca e corrente é seu divertimento preferido. Ama água! Para ganhar tudo isso, aprendeu várias entonações de miados para chamar minha atenção. Alguns dos miados são tão escandalosos que, mesmo sonada, acabo me levantando. Ele sempre vence! No domingo, quando resolvo ganhar alguma hora extra na cama, ele vem e puxa a coberta... Está enorme agora, uma pantera negra aveludada! Não é mais esse bebezuco da foto. Seu pelo brilha azulado. Seus olhos são grandes e viçosos, de um amarelo alaranjado que se destaca no azeviche. Estou apaixonada. O melhor é que ele também!
Para entender o que estou falando...

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