“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

28/08/2007

Canto da araponga e sonhos


Esse canto me lembra um monte de coisas boas: infância, alegria, pular amarelinha, cheiro de pão doce, brisa roçando folhas, vento cheiroso na face, coração tranquilo, risadas, sorvete de creme, sol na cara, coxilos na rede, melancia geladinha, doce de abóbora na colher. E um dia, terei uma araponga, não em cativeiro, mas solta em alguma árvore frutifera no quintal de minha casa...

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