“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

17/11/2010

Os Docinhos se foram!


Os Docinhos se foram !
Seus novos donos vieram buscá-los dia 15 e foram momentos tensos para todos. Um a um foi sendo levado. E no fim do dia não me faltou um choro sentido e soluçado. Ficou um vazio e muita saudade daqueles a quem vi nascer madrugada a dentro e acompanhei cada centímetro de crescimento e evolução, cada miadinho e estripulia de filhote sadio. Foram 3 meses. Costumava dizer que tinha uma gang doce aqui em casa!  Ficou-me a Docinho mãe. E que mãe! A miúda sempre cheia de atenções e cuidados, extremamente carinhosa com a cria. Foi um presente ela ter cruzado meu caminho com os docinhos na barriga. Para mim, uma experiência maravilhosa de vida. Uma lição de paciência e amor que aprendi. Agora é esperar que eles se adaptem aos novos lares e recebam muito amor. E sigam suas vidinhas de gato feliz. Vou deixar um apelo: não se esqueçam de me mandar noticias! Mãe é uma só!

2 comentários:

Elenara Stein Leitão disse...

Que bom que arranjaram uma casinha para eles. Vim acompanhando a história da Docinho desde o inicio. E imagino que deve dar um vazio mesmo, mas eles vão alegrar novas casas, com certeza.
Beijos

Cristina Ramalho disse...

Ai Ada... que momento difícil hein... eu fico imaginando ver nascer, crescer, e deixar ir... deve ser igualzinho filho né...rs... bjos