“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

08/07/2011

Por falar em livros...

Beba-me. Coma-me. Leia-me. Eis que me deparo com esse stop motion sobre o imaginário livro "Alice no País das maravilhas". O vídeo começa e termina num iPad. Muito bonito de se ver. Dá vontade de ler e viajar num livro. Mas, lembrei-me de uma pergunta que pairou no meio jornalístico: os jornais impressos vão acabar? O avanço da tecnologia da informação e da formação avança a olhos vistos, assustadoramente. Até faculdade pode ser feita via internet. E com os livros também acontece. Os E-books, diversas bibliotecas digitais estão disponíveis gratuitamente. Que é democrático, é! Qualquer um com internet [e isso cresce rapidamente]tem acesso a um livro, e mais em conta que um livro que derrubou árvores. Sei não, vai ficar a dúvida ainda por diversas gerações, pois os avanços vem em ondas, e vão dominando. Fica a dúvida: dar uma pilha de livros ou um tablet aos filhos? A resposta hoje é: depende de que classe social é seu filho. Há crianças no mundo, que nunca pegaram um livro impresso para ler... enquanto outras, já têm um tablet.

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