“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

09/12/2011

Clarice Lispector e seu cachorro Ullisses






Carta de Clarice para Ulisses
 Companheiro de Clarice, era o cão Ulisses. Uma vez mordeu-lhe o rosto. Diz a lenda que ele fumava com ela, era famoso no Rio da época que chegou a aparecer no Pasquim. Ulisses era uma homenagem ao misterioso analista que ela teve nos anos 40, quando vivia na Suíça. Clarice gostava de passear pelo Leme com o cão até as luzes começarem a acender nos postes... daí voltava para casa. Ulisses é o narrador de sua própria história no livro infantil "Quase de verdade".

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