“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

25/12/2011

Natal acabando

Chuvinha madorrenta
se junta no telhado, 
escorre pela calha
fazendo um pin-pin-pin sonolento. 
Nos entre-blocos da rua ressequida, 
a grama estremece e agradece. 
Passarinhos encolhidos,
se despedem do natal. 
Amanhã será outro dia. 
Ensolarado e feliz para muitos. 
E logo será outro ano. 
Que seja feliz para todos!

(Ada, 25/12/11)

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