“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

14/05/2012

Ingrid Jonker: Trecho musicado do poema "Fuga"



Poema "Fuga" de Ingrid Jonker


(escrito em africâner)


Uit hierdie Valkenburg het ek ontvlug
en dink nou Gordonsbaai terug:
Ek speel paddavisse em 'STROOM n
en kerf 'n rooikransboom
Ek é die die hond wat op Strande DRAF
en dom-allenig aandwind blaf
Ek seevoël wat verhongerd daal
en dooie nagte opdis 'n maal
Die deus jou wat het uit geskep
sodat jou volmaaktheid vind:
Meu lyk Lê uitgespoel Wier en gras
op al die plekke waar ons eenmaal.


Pena não conseguir a tradução perfeita para seus poemas..


Este vídeo é dos artistas holandeses Niki Romijn e baixista Erik Robaard cantando uma versão deste poema de Ingrid Jonker. Este é um poema que lembra a infância de Ingrid na pequena cidade de Bay Gordon, na Africa do Sul. A última frase é pungente e presciente da sua morte, ela iria realmente suicidar-se, jogando-se ao mar: "meu corpo está lavado com ervas daninhas e capim / em todos os lugares onde já fomos."


A música é muito suave e bonita.


Leia mais Ingrid Jonker



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