“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

17/05/2012

A solidão é fera, Alceu Valença


Solidão

A solidão é fera, a solidão devora.

É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.


A solidão é fera, a solidão devora.

É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.


A solidão é fera,

É amiga das horas,
É prima-irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos

Causando um descompasso no meu coração.


A solidão dos astros;

A solidão da lua;
A solidão da noite;
A solidão da rua.


A solidão é fera, a solidão devora.

É amiga das horas prima irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos,
Causando um descompasso no meu coração.


A solidão é fera,

É amiga das horas,
É prima-irmã do tempo,
E faz nossos relógios caminharem lentos

Causando um descompasso no meu coração.


A solidão dos astros;

A solidão da lua;
A solidão da noite;
A solidão da rua.


Um comentário:

Alexandre Lancellotti disse...

muito obrigado,faz tempo que procuro a receita do mantecal que minha avó espanhola fazia, era assim, sem goiabada e branquinho, nada como relembrar a nossa infância.