“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

16/06/2012

Versinho feminista

A pia reclama espaço
Com a louça a me esperar
Mas meu poema grita alto
Vem logo me encontrar!


Difusa em pensamentos
A quem devo respeitar?
A palavra na ponta da língua
Ou os copos por lavar?


Deixo a louça dormitando
Corro a caneta buscar
Palavras presas acordam
Há um coração para enxaguar!


(Ada 15/6/2012)



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