“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

27/12/2012

Devaneios...


Nesse natal, morri um pouco... Nasce-se nesse dia? Comemora-se nascimento nesse dia? Morre-se também nesse dia. 
(Ada dez 2012)

"Um domingo de tarde sozinha em casa dobrei-me em dois para frente - como em dores de parto - e vi que a menina em mim estava morrendo. Nunca esquecerei esse domingo. Para cicatrizar levou dias. E eis-me aqui. Dura, silenciosa e heróica. Sem menina dentro de mim." (Clarice Lispector)


Um comentário:

Rosemari Gomes disse...

Seja fênix, minha querida, renasça das cinzas! Assopre para longe a poeira que restou, olhe para o infinito e voe novamente. Só assim sua criança interior poderá ver o sol, sonhar com a lua e contar as estrelas. Em algum momento futuro você há de perceber que, de alguma forma, a vida te ensinou mais uma... E, mais sábia e mais forte, será mais feliz! Se necessário for, deixa a criança te embalar... Beijão carinhoso no seu coração!