“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

15/12/2012

Estou lendo

“Deparou com a solidão, com o vazio. Mas estava tão acostumado com isso quanto com seu próprio rosto no espelho. Sentou-se na cadeira de balanço e balançou para frente e para trás, produzindo uma leve brisa no ar pesado. Uma estreita fileira de formigas movia-se pela sala até a pequena mancha no chão onde derramara um pouco de conhaque: elas se moviam lentamente, em círculos, ao redor da mancha, e depois, prosseguiam numa linha ordenada até a parede oposta e desapareciam.” (Graham Greene, O poder e a glória)

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