“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

19/04/2013

Sem chão


O quarto fica enorme, um espaço sideral sem gravidade. Há uma inquietação em permanecer em repouso, flutuo por lugares indefinidos. O que me leva é o coração descompassado e triste. Há uma insegurança por não conhecer o movimento que a vida vai desenhando, à mão livre. Entre brisas e vendavais, permaneço uma folha ao sabor do vento... sem chão. (Ada, 19/4/2013)

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