“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

08/08/2014

Sexo explícito em "Blue is the warmest colour"


Me deparei com cenas de sexo explícito entre duas meninas: “Azul é a cor mais quente”, é o filme francês que me surpreendeu  ontem à noite, no Netflix. Cliquei no filme por acaso, o que me atraiu foi o cabelo azul de Emma. Emma é gay assumida e desperta em Adèle, (de 15 anos) a sua primeira paixão por outra mulher.

O filme aborda bem o preconceito que existe na sociedade, contra os gays, o que nos faz refletir sobre a questão, e as cenas de sexo explícito - chega a ser de 10 minutos numa delas! - não é o único forte, existe também a emoção da paixão intensa e do romance entre as duas, o que torna o filme muito atraente e delicado, pois aborda a possibilidade de amor verdadeiro entre pessoas do mesmo sexo.

Depois desse filme (que entrou em circuito em dezembro de 2013) a moda dos cabelos azuis andou se alastrando entre as adolescentes gays. Li numa reportagem que o cabelo azul tornou-se um “código”, inclusive entre alguns meninos. O código é aberto na rua, mas velado em casa, pois os pais ainda não assistiram ao filme, a não ser que passe na “Tela Quente” da globo, e sequer imaginam que o azul do cabelo tenha algum significado além da ousadia adolescente...


Super recomendo!

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