“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

12/09/2009

Magrela

(Foto de Ada 10/09/09)

Na Av Consolação capturei a Magrela. Na internet achei-a na Galeria de Magrela no Flickr. Ela tem sua marca registrada em traços cada vez mais intensos e marcantes que se pode ver na evolução do seu trabalho através da sua galeria de fotos. Seus desenhos são incríveis! Fortes. Femininos. A personagem se quebra em pedaços. Magrela arranca da personagem partes do corpo, e pendura suas pernas, feito um açougue expõe o boi. Alguns grafittis são em parceria com a Sinhá.  Há outros parceiros. Quem é Magrela? Não sei, a Magrela registra a preta, pobre e sofrida, aos pedaços e nua. E Sinhá , a branca, que nem sempre a acompanha. Estão espalhadas por São Paulo. Aqui a mão segura fios de cabelo (?) e ela assina "amoseucaos" ao pé do grafitti.

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