“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

07/01/2010

O pássaro amarelo fragil é seguro de sí

http://www.lithos.com.br/santanna/obras.htm
É quando meu corpo 
assim cansado e alquebrado 
se deita em repouso 
e não consegue se livrar do relógio 
e das chaminés em produção 
e os ouvidos se perdem nos motores ruidosos 
nas ruas concretas e ruídas, 
que o pequeno pássaro 
                               [talvez amarelo] 
mostra seu poder 
trinando canções de sossego
Ele, assim frágil
é mais forte que o poder dos homens e seu capital.

(Ada 7/1/10)

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