“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

01/06/2010

O caos do escrever

























Vogais e consoantes às centenas, e em alvoroço, se aglomeram desordenadamente. Cheias de paixão circulam em manifestação onde se pode ouvir palavras de ordem exigindo seus direitos a um par, a outra palavra, ou a uma frase que dará sentido às suas existências. Ficam o dia inteiro vocalizando um coral consonante com ideias soltas. Querem ser decifradas, criam consciência e se tornam pensamentos. De tanto reivindicar, juntar e desjungir conquistam espaço, direito à palavra, de serem escritas e fazerem história. Sem antes imperar este caos, a idéia se delineia e aos poucos organiza pacientemente esta multidão afoita, destrambelhada sopa de letras que se torna, por fim, esta boba croniqueta. (Ada)

2 comentários:

Simples assim... disse...

=D ADOREI!

Yumi disse...

Saudades de passar por aqui xD