“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

21/03/2011

Carta de Jenny Scavinsky: De Fred Aistare a cavalos bordados


Eliana, terminei o segundo capitulo da saga dos Schawinsky, é assim o meu sobrenome verdadeiro. Foi tanta coisa que relatei ao Felipe Cezar, mas tanta, que estou até sonada. Como minha memória se compara com a do elefante, é incrível, está na retina da minha visão tudo aquilo que vi em Ribeirão Preto naquela noite de inverno quando e minha mãe fomos ao cinema. O nome do cinema era Avenida. Gostosos filmes do passado que lá eu assisti empolgada.


O tal do Bob Hope, Dorothy Lamour e Bing Crosby, assistia maravilhada Ginger Roger e Fred Aistar.  Acho que foi vendo esse filme que me empolguei e dançava que só bailarina, até que minha mãe colocou-me numa escola de danças onde aprendi a dançar o balé, também me colocou numa escola de canto, aonde aprendi a fazer sons de animais e aves, também fui aprender a bordar à mão e à máquina, essas da Phaff alemã.

E você nem imagine o que me aconteceu nesta semana! Eu bordei à máquina três figuras de cavalos:  um era preto, outro era branco e o terceiro cinza claro. Imagine a minha surpresa quando vi na tela da TV os mesmos três cavalos, só que esses estavam pintados a óleo. Quê seria? Premonição? Tenho muito isso! 

Bem vou me despedindo, desejando uma boa noite , qualquer dia começo a lhe contar a saga dos Schawinsky...

Abraços à minha querida amiga Eliana, de Jenny.
27/2/11
***
Jenny, veja aí Swing Time com Rogers e Astaire!


Mais cartas de Jenny

Nenhum comentário: