“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

15/03/2012

O coelho da Mônica se chama Sansão. E o meu?

É de conhecimento de meus amigos que, como a Mônica do gibi, tenho um coelho azul [invisível, mas poderoso] guardado na bolsa, nas gavetas, no bolso, ou onde precisar, e quando estou de pá virada, lanço mão dele para me defender dos ataques alheios.


Rimos sempre com essa analogia e as amigas acabam me pedindo emprestado o tal coelho quando precisam, e todo mundo precisa, verdade ou mentira?

Então, como esse assunto hoje veio com mais força à tona esses dia, porque meu coelho, recentemente passou por diversas mãos, aqui vim contar a história do tal coelho [o da Mônica] pois o meu ainda não foi batizado...

Sansão, o coelho da Mônica, foi criado em 1963, e sua primeira aparição foi junto com sua dona, na tira do Cebolinha do jornal "Folha de São Paulo".

Ao criar o Sansão, Mauricio de Souza inspirou-se no verdadeiro coelho de pano, que a Mônica, sua filha, arrastava pela casa quando tinha 2 anos. Na realidade, era amarelo, recheado de palha, grandão e pesado. Dele não sobrou quase nada.

O segundo Sansão veio quando Mônica, aos 7 anos, apresentou-se com seu pai num programa de TV, e foi presenteada com um coelho de pelúcia azul, que ela guarda até hoje.

No início, o Sansão dos quadrinhos não tinha nome, e foi escolhido em 1983, através da sugestão de uma menina de 2 anos, chamada Roberta Carpi, de Ribeirão Preto.

A primeira história em que o Sansão apareceu com seu nome definitivo foi intitulada "Tum Dum Tum Dum Tum Dum", na revista "Mônica" nº 161, em setembro de 1983.

Vale a pena procurar o tal gibizinho. Agora, a turma da Mônica está adolescente e ainda é uma graça acompanhar a história dessa galera tão bem conduzida pelo nosso Mauricio de Souza. 

Não sei dizer se a Mônica jovem ainda usa o coelho, mas eu uso! Uma expressão popular é "rodar a baiana", para mim, é "rodar o coelho"! Se você precisar dele um dia, pode pedir que empresto!


PS.: aceito sugestões de nomes para o meu coelho azul.








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