“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

05/06/2012

Eu estou vestida com as roupas e as armas de Jorge


Segundo a tradição, ele defende e favorece a todos os que a ele recorrem com fé e devoção, vencendo batalhas e demandas, questões complicadas, perseguições, injustiças, disputas e desentendimentos. Entrei na fila...
Rafael
"São Jorge e o dragão"
c. 1503–1505
Óleo sobre madeira
29 × 25 cm


Eu estou vestida com as roupas e as armas de Jorge
Para que meus inimigos tenham pés, não me alcancem

Para que meus inimigos tenham mãos, não me peguem, não me toquem
Para que meus inimigos tenham olhos e não me vejam
E nem mesmo um pensamento eles possam ter para me fazerem mal

Armas de fogo, meu corpo não alcançará

Facas, lanças se quebrem, sem o meu corpo tocar
Cordas, correntes se arrebentem, sem o meu corpo amarrar
Pois eu estou vestida com as roupas e as armas de Jorge





Jorge Da Capadócia by Caetano Veloso on Grooveshark

2 comentários:

Luis Alfredo disse...

Ada, você é daquelas que mata o dragão.
Não conhecia a canção...
Continue
besitos

Ada disse...

Luis, tenho enfrentado um dragão por dia! Tenho [e quero] continuar!