“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

27/04/2014

Ilusões da vida

Minha mãe recitava esse poema constantemente, nos meus tempos de menina e jovem. Hoje vi o poema publicado no facebook e me veio a lembrança, até da voz dela!

Ilusões da Vida

Quem passou a vida em brancas nuvens
E em plácido repouso adormeceu,
Quem não sentiu o frio da desgraça,
Quem passou pela vida e não sofreu
Foi espectro de homem, não foi homem,
Só passou pela vida, não viveu.

(Francisco Otaviano de Almeida Rosa)

(Rio de Janeiro, 26 de junho de 1825 — Rio de Janeiro, 28 de junho de 1889) foi um advogado, jornalista, diplomata, político e poeta brasileiro. Foi deputado geral e senador do Império do Brasil de 1867 a 1889. É patrono da cadeira 13 da Academia Brasileira de Letras. Foi negociador do Tratado da Tríplice Aliança entre Brasil, Argentina e Uruguai.

2 comentários:

Andre Aquino disse...

Teu blog é tão lindo, é a tua essencia, teu perfume, parabens!

Eliana Ada Gasparini disse...

Ah! André! Como você é gentil! Obrigada demais! Fico feliz que venhas aqui...