“Se deixou levar por sua convicção de que os seres humanos não nascem para sempre no dia em que as mães os dão à luz, e sim que a vida os obriga outra vez e muitas vezes a se parirem a si mesmos.” (Gabriel García Márquez, em "O amor nos tempos do cólera")

06/11/2014

Proponho uma flor

Diante de tanta obscuridade que ainda persiste nas sociedades do mundo inteiro, proponho uma flor. Poderia ser um cravo, como foi na revolução em Portugal. Não poderia ser jamais uma rosa de Hiroshima... (Ada, 5/11/2014)


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