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12 de jul. de 2019

Dia que renasci e morri


Victor Hugo * Tituh *com poucos meses de vida,
durante a Copa do Mundo 2006 em Junho
torcendo pelo Brasil 
11 de julho de 2019.
Hoje,
Dia de renascer,
Dia de morrer.
Porque a gente renasce no aniversário.
Porque a gente morre todo dia ...
Um milímetro,
Um centímetro,
Às vezes metros...
Hoje morri 14 anos!
De luto por Victor Hugo.
Foram anos de ternura
Com o amor e amizade 
do meu gatinho preto
Victor Hugo ♥️ 
Um veludo.
Uma doçura desmedida.
Um carinho especial.
Tenho prantos. 
Tantos! 
Prá prantear com cada mensagem 
Sim! Feliz aniversário! 
Infeliz também, porque morro.
Recebo hoje mensagens de vida...
Espero me salvem dessa dor.
Hoje só consigo chorar. 
Adeus Tituh💞
Um afago em você...
com muito amor e saudades, 
Ada 💔
#coisasdeada
#byada
#ada
#gatosdeada
#gatos
#gatosfofos
#gatosdeinstagram
#gatopreto
#luto
#copadomundo

13 de abr. de 2012

Negro Gato, em casa tem um!

Meu gato preto chama-se Victor Hugo, nome que ganhou pensando no currículo de Victor-Marie Hugo (Besançon, 26 de fevereiro de 1802 — Paris, 22 de maio de 1885) um novelista, poeta, dramaturgo, ensaísta, artista, estadista e ativista pelos direitos humanos, um francês de grande atuação política em seu país. É autor de Les Misérables e de Notre-Dame de Paris, entre diversas outras obras.

Isso mesmo, Victor Hugo, foi considerado um menino precoce, ainda jovem é que tornou-se escritor, tendo em 1817, aos 15 anos, sido premiado pela Academia francesa por um de seus poemas.

O meu Victor Hugo miava bem alto, ainda bem jovem, com três meses, seus protestos de fome e medo no meio do mato. Gritava seu poema de gato abandonado. Sempre foi altivo.. e amado.

Sexta-feira 13: Vê azar em gato preto e coruja?

27 de ago. de 2010

Gato preto um mago de doçura e beleza

Foto Renato Silvestre: meu gato preto Victor Hugo. Um mago de doçura e beleza
Magia Negra

Trago dentro de mim
mesmo que alguém abomina,
uma magia que tanto encanta,
a presença que sempre ensina,
a calma que sempre acalanta,
a beleza que tanto fascina...

Meus olhos não vêem maldade,
minha "fala" não agride ninguém,
nos telhados da cidade,
eu sou um felino do bem...


Cismam com meu porte,
com meus olhos, minha cor,
mas tudo isso por sorte,
foi escolha do criador...
pois no arco-íris do infinito,

as cores andam de mãos dadas,
fazendo o céu ser mais bonito...

Ele me fez negro,
por sua espontânea vontade,
porém não plantou no meu peito,
nenhuma semente de maldade

Ele me fez negro,
como a noite sem luar,
com duas pérolas amarelas,
para o meu caminho trilhar...

Felino é o meu nome,
negra é minha cor,
não conheço o ódio,
sou diferente dos homens,
não sei plantar desamor.

(Cris Cervo)



Nota: Meu gato Victor Hugo foi encontrado filhote e abandonado, há quatro anos atrás...

25 de jul. de 2009

Como fazer uma cama para seu gato

Material:

* 1 calça de moleton;
* Enchimento de acrílico. 
*Tesoura, linha, agulha e 1 hora de trabalho

Corte as pernas da calça bem rentes ao "cavalo". Se precisar, peça ajuda ao Iuri
Encha as duas pernas com o acrilico. Bem cheinho ficará mais fofo.
Junte uma perna na outra e costure com pontos invisíveis.
Depois junte a outra extremidade e costure para formar uma "boia".
Descosture o elástico da calça, para ganhar mais tecido
A sobra de tecido que fica no "cavalo" da calça, deve ser cortada e unida com pontos invisíveis para que fique um retangulo. Este retângulo será o fundo da boia.
Vá unindo o retangulo à boia, sempre com pontos invisíveis. Use as costuras laterais das pernas como guia, assim facilita a união. Costure toda a volta mas, antes de fechar tudo, encha com acrilico o retangulo e aí sim, termine de fechar. Remexa o enchimento para dar formato arredondado e uniformizar o enchimento.
Pronto! Agora coloque do lado correto e chame o seu gato para fazer o controle de qualidade.
Gato é exigente! Ele virá "amassando" um pouquinho e vai confirmar que está bem fofinho.
Um bocejo será inevitável...
Enrola as patas feito buda...
E se afunda no macio que ficou... relaxante...
Nossa, isso aqui é bem quentinho...


Cindi! Deixe-o dormir! Farei uma para você também!

Uma cama boia com 58 cm de diâmetro, custa em média R$ 60,00 nas lojas especializadas. Com um pouco de habilidade, você faz uma quase de graça. Se quiser usar um moletom novo, nos supermercados ele pode custar entre R$ 10,00 e R$ 15,00 e o enchimento R$ 4,00 (Um pacotão custa 24,00, usei 1/6 do pacote = R$4,00) o que totalizará R$15,00 a R$20,00. Gastei 1 hora de trabalho, aproveitando este sábado molhado e gelado com 10° de temperatura e fiz meu gato feliz! (Ada 25/7/2009)

17 de mar. de 2007

Em tempos de barbárie

Este gatinho preto de olho amarelo é o meu doce Victor Hugo. Esse dengo é natural dele. Poderá ele me fazer algum mal? A pergunta é bem idiota mesmo! Mas temos gente ignorante nesse mundo bem próximo da pré-história da humanidade e que ainda acredita que gato preto dá azar! E adivinhem quem presta estes deserviços? A televisão! Claudete Troiano em seu programa de inutilidades levou uma "sensitiva" que vomitou preconceito com gato preto alimentando crendices tolas. Indignados, os defensores dos animais sairam em defesa e denúncia de tal crime e irresponsabilidade! Fica outra pergunta: que diabos sente uma sensitiva? Inconformada com tanto absurdo, chamo você para entrar nessa campanha. E o que mais desanima é que a lei que diz que maus tratos e abandono é crime, é de 1934...
Ao Ministério Público do Estado de São Paulo Senhor (a) Promotor(a) de Justiça, Devido ao episódio ocorrido em 28/02/2007, no programa Pra Valer da Rede Bandeirantes de televisão, apresentado por Claudete Troiano, quando a TEORICAMENTE sensitiva Márcia Fernandes alertou os telespectadores a se desfazerem de gatos pretos com olhos amarelos, pois, segundo ela, são associados à magia negra e as pessoas teriam que ter "cuidado" com esse tipo de gato. Apologia e incitação ao crime (ato de incitar, elogiar ou discursar publicamente em louvor de prática criminosa ou de autor de crime) estão previstos nos artigos 286 e 287 do Código Penal Brasileiro, com pena de detenção de 3 a 6 meses e multa. Ocorre, que com o comentário preconceituoso da teórica mística, é possível que seus seguidores não só abandonem gatos pretos, como os ataquem. E como, de acordo com o Art. 3º do DECRETO FEDERAL Nº. 24.645 de 10 de Julho de 1934 e LEIS FEDERAIS nº 5.197/67 e 9.605/98, abandonar animal é crime, venho mui respeitosamente, através desta petição, solicitar que sejam tomadas as medidas cabíveis contra o programa que veiculou a entrevista, a apresentadora Claudete Troiano e a suposta "sensitiva" Marcia Fernandes. Atenciosamente, Victória Lourenço http://www.petitiononline.com/gatopret/petition.html

5 de mar. de 2007

Victor Hugo, meu gato veludo

Victor Hugo, meu 5º gatinho
Esse bichano é meu companheiro incondicional. Anda pela casa atrás de mim, sempre. Me acorda pela manhã, às sete impreterivelmente. Quer ganhar escovação, carinhos, barrinhas de carne e é um dengo só. Quer que eu abra a torneira, pois água fresca e corrente é seu divertimento preferido. Ama água! Para ganhar tudo isso, aprendeu várias entonações de miados para chamar minha atenção. Alguns dos miados são tão escandalosos que, mesmo sonada, acabo me levantando. Ele sempre vence! No domingo, quando resolvo ganhar alguma hora extra na cama, ele vem e puxa a coberta... Está enorme agora, uma pantera negra aveludada! Não é mais esse bebezuco da foto. Seu pelo brilha azulado. Seus olhos são grandes e viçosos, de um amarelo alaranjado que se destaca no azeviche. Estou apaixonada. O melhor é que ele também!
Para entender o que estou falando...

4 de fev. de 2007

O gato dentro de mim

Foto de Ada, meu gato Victor Hugo
"Na infância eu era um exímio atirador de flechas. Na casa de campo de meus pais podia exercitar meu hobby com tranqüilidade. Com o tempo, deixei os alvos fixos para me fixar nos alvos móveis. E os alvos móveis prediletos eram os gatos. Os encontrava aos montes, apareciam à noite, à sorrelfa, com miados ora lânguidos, ora metálicos, absolutamente irritantes. 

A agilidade natural daqueles felinos, associada com a fragilidade deles, fascinava-me a ponto de elegê-los como alvos móveis para minhas flechadas. Foi assim que, um dia, acabei por acertar um deles.

O felino era preto retinto. Na luz vaga da noite podia ver seu pêlo eriçado e seu olhar assustado tentando se mover, visivelmente ferido. Naquele momento, toda minha raiva por felinos se esvaiu. Tomou-me conta o desespero ao ver aquele bichinho agonizando ali na minha frente. Removi os resquícios de madeira, incrustados em sua carne e carreguei-o comigo. 

Aquele gato, antes ágil, que por tantas noites enganara todas as armadilhas que eu armava no quintal para capturá-lo, estava ali, diante de mim, sucumbido pelo azar da minha pontaria. Era daqueles gatos que não têm procedência alguma, não se conhece pai nem mãe. Um gato de celeiro, como dizem na França, que ronda a casa à noite para vasculhar restos de alimentos. 

Sabia que aquele ferimento não o deixava com grandes esperanças. Dei-lhe água, leite e comida. Fiz um curativo no local do ferimento e deixei-o abrigado do vento. Na manhã seguinte, quando acordei (quase não dormi), levantei-me cedo para ver o pobre animal alvejado, com um peso de consciência gigantesco. O animal havia ido embora. Sem sequer deixar bilhete de despedida. 

Aquela experiência me marcou por toda vida, mesmo agora, anos depois, com uma vida cheia de histórias de felinos. Não paro de pensar naquele gato preto vira-lata. Haveria ele sobrevivido? Nunca mais o vi por lá desde então. Mas também, pudera, quem seria bobo de voltar àquela casa e cruzar com uma criança mimada com um arco e uma flecha em mãos? 

Os humanos são, de fato, criaturas cruéis e imprevisíveis. Essa fora a minha iniciação com gatos: essas criaturas enigmáticas, cativantes, cujas pupilas se dilatam, fixam-se nos seus olhos, com o nobre intuito de amolecer o coração mais duro. Os gatos, a seu modo, são criaturas mágicas. 

Desde o Egito eles nos rodeiam para que os domestiquemos. Ou seria o contrário? Naquela noite eu fui domesticado por aquele gato preto. E é ele que ilumina o caminho na noite, todas as noites. Você não consegue fugir dele. Porque ele está sempre ali. Você pode escutar aquele ronronar baixinho, como um motor ligado o tempo todo. 

Não se pode se esconder do gato preto porque ele se esconde com você. 

O gato está dentro de mim."

M. Dupont White. 

Vive em Paris com seus gatos.

O gato da foto é o meu Victor Hugo