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5 de abr. de 2013

Frida Kahlo me suga para seu mundo..

Frida Kahlo declarou: "Eu nasci de uma cadela. Nasci um pintor".

Frida me suga para seu mundo. Nasceu numa Casa Azul, em 1910, alegadamente para que as pessoas associem-na com a revolução mexicana. Em seus escritos, ela lembrou que sua mãe iria inaugurá-la, a ela e a suas irmãs, dentro da casa, como os tiros que ecoavam nas ruas de sua cidade natal. É canceriana como eu. Nasceu e morreu no signo. Frida Kahlo nasceu dia 7 de julho de 1907 e morreu em 13 de julho de 1954, quando eu tinha exatamente 2 dias de vida. Parece óbvio que ela amaria animais... seu gato preto é o meu gato preto, que seria comunista, que queríamos muito filhos e os perderíamos, que amaríamos muito e por amor sofreríamos, que as cores e a poesia e a arte rodeariam nossos mundos.. Quanta pretensão a minha, ter Frida como amiga... (Ada, 5/4/13)

13 de mar. de 2013

Frida Khalo


Pinto a mim mesmo porque sou sozinha e porque sou o assunto que conheço melhor. Não estou doente. Estou partida. Mas me sinto feliz por continuar viva enquanto puder pintar. Frida Khalo http://www.museofridakahlo.org.mx/

1 de fev. de 2013

O Gato de Jacopo Bassano

O Gato de Jacopo Bassano

* Conto de José Jorge Letria, em "Amados Gatos"


CRISTO, sempre atento aos vícios e outros excessos terrenos, surpreendeu uma noite o pintor Jacopo Bassano enquanto retocava uma tela, e disse-lhe com uma voz cuja doçura não excluía o leve ferrete da reprovação:

- Apesar da minha bíblica humildade, devo dizer-te que me incomoda o facto de, nos teus quadros, rivalizar com minha presença divina a imagem do teu gato.

Não esperando tal reparo e muito menos tão transcendente e inusitada visita, Jacopo Bassano tentou encontrar as palavras certas para responder aquele que tanto venerava e a quem já várias vezes encomendara a sua alma pecadora. Ele sabia que só a protecção divina o tornara quase tão importante e requisitado como Tintoretto e Veronese, grandes entre os maiores pintores do seu tempo e, como ele, amantes dos domésticos felinos.

Menegheto, o companheiro da sua solidão habitada por tintas e imagens sacras, já partilhava o conforto da sua morada ia para dezasseis anos. Quantos anos viveria ainda? Acarinhado e bem alimentado, sem ter que caçar ratos junto das águas fétidas dos canais, poderia durar ainda mais dois ou três anos.

Jacopo Bassano hesitara, inicialmente, antes de o transformar em discreta personagem das suas telas meticulosamente imaginadas e pintadas. Depois pensara: "Que mal pode haver na presença do meu gato nos quadros que pinto, se essa presença é discreta e não ofusca nenhuma outra?". Foi assim que Menegheto passou a ter lugar cativo na sua obra, representando uma liberdade e uma soberania que nunca caracterizaram, por exemplo, o cão que também pintou dormindo tranquilo debaixo de uma mesa da sua casa.

Agora, a presença física do filho de Deus deixava-o estupefacto e, sobretudo, seriamente embaraçado.

- Senhor, nunca me atrevi a imaginar que a presença do meu gato nas telas, jamais as de terra sacro, pudesse incomodar-vos - disse o pintor.

- Mas a verdade é que incomoda - respondeu Cristo, sempre num tom complacente e suave -, pois não devem misturar-se na tua pintura, que tem um inegável sopro divino, o mundo celeste e o mundo terreno, com a sua pequenez e irremediável finitude.

Sem que disso te dês conta, introduzindo com tanta frequência o teu gato nos quadros que pintas e nos seus enredos, acabas por te transformar mais num pintor de felinos do que num pintor de anjos e de outras figuras imortais e intemporais.

- Mas que hei-de eu fazer, Senhor?

- Porque não guardas a presença, por certo graciosa e bem intencionada, do teu gato para um quadro em que representes o eternamente generoso e humilde São Francisco de Assis, já que esse tinha a virtude rara de conseguir falar com os bichos, com as árvores e com as águas dos rios? Por certo havias de cair nas suas franciscanas graças.

- Assim farei, Senhor, logo que para tal me surjam inspiração e ensejo.

Ainda Jacopo Bassano não concluirá a sua lacónica resposta, já Cristo se volatilizara, deixando-o a bravos com um dilema: havia de manter Menegheto nos seus quadros ou havia de o reduzir a insignificância de uma discreta presença física nos seus aposentos, afastando-o, desse modo, do patamar da posteridade?

Nesse instante, Menegheto roçou-se pelas pernas do dono e disse-lhe:

- Meu amo, há mais de um ano que não pintas uma tela em que eu esteja presente. Será que a minha velhice me aniquilou a teus olhos como modelo?

Bassano benzeu-se e ajoelhou-se para rezar, pois estivera sujeito a duas emoções demasiado intensas num só dia. Primeiro, recebera a visita do filho de Deus, e depois ouvira, pela primeira vez, o seu amado gato Menegheto a dirigir-lhe a palavra como se de um ser humano se tratasse. Estaria, porventura, a enlouquecer?

Num fugaz exercício de memória recordou todas as vezes que havia retratado Menegheto e constatou que sempre o fizera exibindo a sua estranheza inquieta e a sua rebeldia em relação ao mundo circundante. Mas essa rebeldia e essa estranheza seriam as do seu gato ou aquelas que a si mesmo teimava em atribuir, reagindo, desse modo, ao incómodo causado por certas encomendas artísticas que não podia recusar-se a concretizar, sendo como era profissional estimado e respeitado por nobres e por plebeus?

Passados seis meses, Menegheto adoeceu gravemente e morreu ao fim de poucos dias. Jacopo Bassano chorou a sua morte como se chorasse a de uma mulher amada. Quando o enterrou nas traseiras da sua casa, num dia chuvoso e de ar abafado, rezou por ele e encomendou a sua alma a Cristo, porque se recusava a duvidar de que Menegheto tivesse uma alma como a sua. E fora essa alma de gato, fugidia e insubmissa, que o ajudara a ser o pintor em que se tornara e que estava agora, também, no termo da vida, com Cristo e os anjos a velarem por ele." José Jorge Letria


A Última Ceia - Data de cerca de 1546 - óleo sobre tela Dimensões 168 × 270 cm (66,1 x 106,3 in) de Jacopo Bassano

A Ceia em Emaús , óleo sobre tela de Jacopo Bassano (Jacopo dal Ponte), c. 1538, Kimbell Art Museum, Fort Worth, Texas 1538.







Jacopo Bassano (1510 - 1592), 

também conhecido como Jacopo dal Ponte, 
foi um pintor italiano que nasceu e morreu 
em Bassano del Grappa perto de Veneza 
de que ele adotou o nome. 
Seu gato se chamava Menegheto 
e aparecia discretamente em suas telas, 
às vezes, junto com outros animais.

_______________________________________________

* José Jorge Letria
Jornalista, e escritor. Nasceu em Caiscais, Portugal em 1951. È antiga e profunda a paixão do autor pelos gatos e pelo seu singular universo de liberdade e soberania. Letria vive com seus nove gatos. Escreveu Amados Gatos que é um conjunto de textos que tem como ponto de partida os gatos de figuras famosas da literatura, das artes e da política, de Richelieu a Lenine, de Hemingway a Anne Frank, pasando por Churchill, Marilym Monroe, Paulo Klee ou Zola, entre outros. Construidos com base em fatos e figuras reais, estes contos reinventam a vida de gatos famosos e de seus ilustres donos, assumindo-se como homenagem a estes felinos que o homem nunca conseguiu domesticar. + Amados Gatos

26 de abr. de 2012

Gatos de Franz Marc



Gato na almofada amarela (1910) Franz Marc
Tres Gatos (1913) Franz Marc
Dois Gatos Azul e Amarelo (1912) Franz Marc
Dois gatos no tapete vermelho (1913) Franz Marc
O tema das obras de Franz Marc são a força vital da natureza, o bem, a beleza e a verdade do animal que o autor não vê no homem. Marc sentia-se intimamente ligado aos animais e tentou representar o mundo tal como o animal o vê, mediante a simplificação formal e cromática das coisas. Marc não só queria pintar bichos, mas também queria representar os sentimentos dos animais.


Franz Marc (1880 - 1916), pintor alemão, foi um dos mais influentes representantes do movimento expressionista na Alemanha. Iniciou seus estudos na Academia de Belas Artes de Munique, em 1900, depois de passar pela filosofia e pela teologia. 

Suas primeiras criações foram de uma grande afinidade com a obra de Vincent Van Gogh. Gradativamente sua obra se aproxima do futurismo e do cubismo e para a crescente abstração, até culminar na abstração expressiva.


Ele fazia pinturas, aquarelas, guaches e esculturas. Algumas das suas obras foram feitas em xilogravura e também em litografia, e a maioria delas relatam animais em ambientes naturais. Usava muito as cores primárias e com muito brilho, o que dava um grande significado emocional às suas pinturas. Amarelo o feminino, azul o masculino...

Na Primeira Guerra Mundial, Franz Marc apresentou-se como voluntário. Em 1916, foi abatido por um canhão. Morreu aos 36 anos. A única pergunta que fica é como alguém tão sensível poder ter ido morrer em uma guerra?

Fonte:
Franz Marc em Munique
Wikipédia
Imagens na internet

Abstração Expressiva ou Expressionismo de Franz Marc:


24 de abr. de 2012

Gato de Marisela Cortés




Concierto de Violín para 8 
(2011) 
Acrílico sobre lienzo, 80 x 100 x 0 cm

"Somos 8 los Gatos que escuchamos el bellísimo concierto que ofrecen dos extraordinarias arañas, siempre haciendo compañía a su anfitrión, siempre silenciosas, han ensayado cotidianamente. Pon atención para escuchar?"





22 de abr. de 2012

Gato de Crislim

O GATO (03/2007) Acrilico s/ Tela, 40 x 50 x 2 cm
Crislim nasceu em Caldas da Rainha, Portugal. Completamente autodidata na descoberta da pintura. Sempre foi apaixonada pelas artes e o manuseamento dos vários materiais. O contato com a arte levou-a a tentar exteriorizar os seus sentimentos. Expõe em coletivas desde 2007.

http://davincigallery.net/art/artistPage.do?tab=artist&subtab=artist.list&username=crislim

Essa tela é sugestão de meu amigo de Blog Luis Alfredo: ele gosta do estilo Aldemir Martins e de Crislim.

21 de abr. de 2012

Tokuhiro Kawai ou 川 井 徳 寛; um surrealista que pinta gatos


Tokuhiro Kawai
川 井 徳 寛





De Gatos e outros bichos de Tokuhiro Kawai


Hoje conheci o Tokuhiro Kawai, um pintor que é considerado surrealista. Seus desenhos me lembraram de um tempo na escola em que uma professora colocava desenhos muito cheios de detalhes e nossa tarefa era escrever sobre aquela cena. Adorava essa aula. Os desenhos de Tokuhiro são assim, inspiradores a sonhar, imaginar, escrever histórias. Suas obras têm história de conto de fadas, muito mágicas, inclui romantismo, delicadeza e beleza. Surpreende e emociona com personagens coloridíssimos e imaginativos. 


Ele adora animais, demonstra carinho por eles através da técnica óleo sobre tela e tem um dom especial para pintá-los: são flamingos, corujas, raposas, pássaros diversos, tartarugas, coelhos, cavalos, pelicanos e gatos!

Os gatos são retratados imperiais, soberanos, sempre servidos por anjos e sempre poderosos. São reis usando uma coroa ou sendo cerimonialmente coroados. São auto-confiantes e demonstram altivez e personalidade. São retratados como conquistadores e deuses. Com grandes olhos brilhantes e pêlos sedosos, os gatos parecem ser o seu favorito. Em uma de suas pinturas há um gato no topo uma coluna clássica com sua caça agarrada, é um anjo, como fosse um pássaro.

Conhecendo a personalidade dos meus gatos acredito que a interpretação dele sobre a psicologia felina é perfeita!


(clique no slide para ver o álbum)


Tokuhiro Kawai, em 1971 nasceu em Tóquio. Em 1995 fez Bacharelado em Artes Plásticas, na Tokyo National University of Fine Arts and Music, Tóquio, Japão. 1997 : Master of Fine Arts, Tokyo National University of Fine Arts and Music, Tóquio, Japão e em 2008 participou da Feira de Arte de Tóquio.


Alguns pintores surrealistas, para servir de parâmetro sobre o estilo, são Frida Kahlo e Salvador Dali. Se quiser uma aulinha sobre surrealismo, assista aqui:

1 de abr. de 2012

Os Gatinhos de Aldemir Martins


Aldemir Martins, um cearense que nasceu com o dom.
Aldemir desenhava com facilidade e gosto, sobre qualquer superfície que achasse pela frente, desenhava compulsivamente, era como ele gostava.

Os Gatos são uma das marcas do pintor, um mais lindo que o outro, todos apaixonantemente coloridos.

Mas ele se tornou famoso no Brasil e no exterior, também por trabalhos com galos, pássaros, mulheres, flores, frutas e o Nordeste. De uma viagem na carroceria de um caminhão, ao lado de retirantes, surgiu sua primeira série de desenhos, com "paus-de-arara", rendeiras e cangaceiros.

Seus desenhos, para mim muito delicados, sempre retrataram o Brasil, seu povo, sua gente. Um dos artistas mais importantes do século XX, um artista brasileiro e não apenas nordestino. Pintor, gravador, desenhista e ilustrador cearense encontrou nas formas e nas cores nacionais a fonte de inspiração para mostrar o Brasil ao mundo.


Aldemir nasceu em 8 de novembro de 1922 no interior do Ceará, Distrito de Ingazeira, em Aurora, no vale do Cariri. Saiu de lá em 1945 para ir morar no Rio de Janeiro, mas logo no ano seguinte mudou-se para São Paulo, onde se fixou de vez.

Ganhou o prêmio de melhor desenhista na Bienal de Veneza de 1956, além das centenas de prêmios nacionais, de salões de arte e bienais de São Paulo.

Foram 60 anos de carreira artística premiada e reconhecida e não deve ser rotulado como "comercial" - como afirmam algumas pessoas - apenas porque seu desenho vendeu produtos. Aldemir gostava de ver sua arte acessível ao grande público. Para ele, o artista tinha que ter como meta aproximar as pessoas da arte.

Foi um defensor da ilustração como um meio da arte poder alcançar o público. Ilustrou mais de 20 livros, entre os quais "Pastores da Noite" de Jorge Amado e "Os Sertões" de Euclides da Cunha, "Vidas Secas", de Graciliano Ramos, e "Pasárgada", de Manuel Bandeira.

Divulgou sua arte em embalagens e objetos industriais como pratos, lençóis, latas de sorvete, para alcançar aqueles que não frequentam museus e galerias. Seus gatos, galos, peixes, cangaceiros, e rendeiras circulavam livremente em papéis de carta, copos de requeijão, caixas de charuto, embalagens de sabonete e de sorvete e mais recentemente em embalagens de pizza.

A partir de 1967, com a invenção da tinta acrílica, passa a pintar telas coloridas, que se tornaram sua marca registrada.

Suas telas não dobraram de preço depois de sua morte e valem muito menos do que qualquer artista contemporâneo, como Iran do Espírito Santo e Vik Muniz. Os gatos tiveram uma maior aceitação do público, mas não da crítica de arte que avalia seus melhores trabalhos os cangaceiros, os temas nordestinos e os galos.

“Aldemir Martins é um homem cultíssimo. Como dizem em certas regiões do interior do Brasil: é um poço de sabedoria." Essas são as primeiras palavras da obra Aldemir Martins - No Lápis da Vida Não Tem Borracha (1999).

Na pintura ou na cerâmica, na gravura ou na joalheria, passando pela ilustração, desenho e escultura, expressou-se com liberdade, sem as restrições do preconceito. A transgressão torna-se uma marca registrada.

A trajetória de artista premiado é marcada pelo prêmio de melhor desenhista da Bienal de São Paulo de 1955. No ano seguinte, consagrou-se ao ser escolhido para receber o prêmio de melhor desenho na Bienal de Veneza de 1956.

Era o reconhecimento de um talento descoberto nos tempos escolares, tendo exercido, no período colegial, a função de orientador artístico da classe". No serviço militar (1941 a 1945) foi promovido a "Cabo Pintor", prêmio a quem vencesse o concurso de pintura de viaturas da corporação.

Filho de um modesto funcionário público e de uma dona de casa descendente dos índios tapuias, Aldemir Martins teve uma infância pobre e o Exército seria uma das poucas oportunidades possíveis de inclusão social, como observou o crítico paulistano Jacob Klintowitz em seu livro “Aldemir Martins, o Viajante Amigo”.

Quando deixou o serviço militar ele já frequentava a cena das artes plásticas de Fortaleza. Antes de pegar o “último pau de arara” para o sul maravilha ajudou a criar o Grupo ARTYS e a Sociedade Cearense de Artistas Plásticos junto com outros artistas como Mário Barata, Antonio Bandeira e João Siqueira e outros.

Além de participar de um sem número de exposições no Brasil e no exterior, foi condecorado pelo governo brasileiro com a Ordem do Rio Branco, em grau de Cavaleiro. Suas obras estão expostas em museus e coleções privadas na França, Suíça, Itália, Alemanha, Polônia, México, Argentina, Uruguai, Peru, Estados Unidos, Chile e, claro, no Brasil.

Ele passou seus últimos cinco anos com a saúde muito debilitada por uma arritimia cardíaca.

Aldemir morreu no dia 5 de fevereiro de 2006, aos 83 anos, vítima de enfarto, no bairro do Ibirapuera onde residia em São Paulo.



FONTE:


Um dos meus prediletos

27 de jul. de 2011

Candido Portinari: Denise Portinari e seu gatinho

O quadro Denise com gatinho não poderia deixar de ser postado. Vai pro meu acervo de Amantes de Gatos e Gatos e Artistas do Blog.


Denise Portinari e seu gato
Denise Portinari, foi inspiração para diversas telas de seu famoso avô pintor, sempre cheia de carinhos com seus animaizinhos.

Denise Portinari e seu pássaro

Denise Portinari e seu cão

Denise Portinari e seu vovô na praia do Leme RJ (1961)
+ Candido Portinari

29 de mai. de 2011

Gatos antropomórficos de Susan Herbert

Nas andanças pelo mundo dos gatos e gateiros, descobri há tempos, Susan Herbert. A artista (nascida em 1945) desenha personagens das obras de artes famosas, todas com cara de gatos. São os gatos antropomórficos de Susan Herbert. Na galeria Chris Bettles na Inglaterra você poderá conferir todos os seus quadros. Esta galeria sempre traz outras exposições de diversos artistas que desenham gatos. É de se fartar! Fiquem com alguns exemplares da coleção de Susan:

"Odette" 
"No limiar da eternidade" de Van Gogh
"Carmem Miranda"
"St Anne com santos padroeiros"